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Rodrigo Maia anuncia votação da reforma da Previdência em fevereiro na Câmara

14 Dez 2017


Presidente da Câmara afirmou que marcará discussão da proposta para dia 5 e votação para 19 de fevereiro. Ele diz que, até essa data, governo reunirá os votos necessários para aprovar.




Presidente da Câmara afirmou que marcará discussão da proposta para dia 5 e votação para 19 de fevereiro. Ele diz que, até essa data, governo reunirá os votos necessários para aprovar.

Presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), informou nesta quinta-feira (14) que a discussão e a votação da reforma da Previdência no plenário da Câmara ficou para fevereiro.

A previsão de Rodrigo Maia é fazer a discussão da proposta no dia 5 e a votação no dia 19 de fevereiro.

"Eu falei aqui há alguns dias: quando marcarmos uma data, teremos os votos. Nós teremos os 308 votos. A base não tem os votos hoje. O que precisamos daqui até fevereiro é trabalhar os votos", afirmou o presidente da Câmara.

Por se tratar de uma proposta de emenda constitucional (PEC), a reforma da Previdência, para ser aprovada, necessita dos votos favoráveis de três quintos dos 513 deputados (308) em dois turnos de votação.

Segundo Maia, no dia 19 de fevereiro, o governo já terá conseguido ultrapassar o mínimo de votos necessários. "Eu tenho convicção de que, quando essa votação começar, no dia 19, nós teremos 320, 330 votos", declarou.

O anúncio de que a votação ficaria para fevereiro já tinha sido feito nesta quarta-feira (13) pelo líder do governo no Senado, Romero Jucá. A antecipação do anúncio pelo senador provocou "constrangimento" ( https://g1.globo.com/politica/noticia/fala-de-juca-gerou-constrangimento-mas-nao-tirou-votos-da-previdencia-diz-marun.ghtml ), nas palavras do deputado Carlos Marun (PMDB-MS), futuro ministro da Secretaria de Governo, pasta responsável pela articulação política. Horas depois da fala de Jucá, o Palácio do Planalto ( https://g1.globo.com/politica/noticia/apos-juca-anunciar-fevereiro-planalto-diz-que-temer-ainda-definira-data-para-votacao-da-previdencia.ghtml ) e o ministro da Fazenda, Henrique Meirelles ( https://g1.globo.com/economia/noticia/meirelles-contraria-juca-e-diz-que-governo-ainda-quer-votar-reforma-da-previdencia-na-proxima-semana.ghtml ), chegaram a contestar a informação.

“A questão de votar, neste momento já não é mais uma questão se é melhor votar antes ou depois da eleição. O importante é que esse tema está inviabilizando o Brasil", declarou Rodrigo Maia.



Fonte: G1
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