Data de publicação: 6 Dez 2017




O Conselho Deliberativo, composto pelos membros da Diretoria Executiva, Secretários Nacionais e dois representantes de cada uma das Organizações Estaduais da Nova Central Sindical de Trabalhadores – NCST, se reuniram nesta terça-feira (5/12), nos estabelecimentos do Centro de Treinamento Educacional –CTE, da Confederação Nacional dos Trabalhadores na Indústria – CNTI, em Luziânia, para definir parâmetros e plano de ação ao exercício 2018.

A reunião deliberou sobre assuntos financeiros, seguindo para votação da prestação de contas 2016, e demonstrações contábeis para 2018. “A lisura e o profissionalismo adotados por toda diretoria, em conjunto com a assessoria técnica da Nova Central foi de fundamental importância para a explanação dos assuntos aqui tratados. Ao disponibilizarmos, com excelência, nossas peças contábeis e orçamentárias, asseguro tratar-se da prova fiel de um trabalho sério e transparente”, explicou João Domingo Gomes, diretor financeiro da NCST.



Neuriberg Dias, analista político do Departamento Intersindical de Assessoria Parlamentar – Diap, seguiu palestrando sobre a conjuntura política atual, e o cenário negativo que envolve os trabalhadores e sindicatos.

Dias explicou, detalhadamente, sobre a medida provisória (MPV) 808/2017, o Projeto de Emenda Constitucional (PEC) 287/2016 e alguns temas de grande relevância e impacto para os trabalhadores. Tratou da “reforma” trabalhista e da previdência, analisando o eixo social, econômico, fiscal e político. “Os parlamentares que ocupam o Congresso Nacional fazem ajustes para satisfazerem interesses de empresários e do mercado financeiro, sendo possível uma visão ampla das possíveis comissões que atuam fortemente contra a classe trabalhadora. O cenário de tramitação dos projetos e a forte resistência feita pela Câmara dos Deputados, acabam convergindo para a manutenção da “reforma” trabalhista. O desafio é grande para tentar desarticular e mudar a composição do Congresso. Barrando com isso, os impactos negativos já sofridos pelos trabalhadores”.

Para o diretor de organização política, Fernando Bandeira, este ano, a relação da Nova Central com os parlamentares no Congresso Nacional foi muita intensa. “Há vários projetos na pauta do plenário da Câmara e do Senado Federal que nos prejudica e não podemos ficar sem fazer nada”.

Denilson Pestana, presidente da Nova Central Paraná, afirmou que o sindicalista, ao longo do tempo, acabou desaprendendo a fazer movimento sindical de forma aguerrida. “O jogo é outro. Os nossos dirigentes nacionais precisam entender que precisamos ir para o confronto. Fizemos tudo o que foi possível para evitar que a “reforma” trabalhista fosse aprovada. No entanto, nada conseguimos evitar. Não basta parecer combativo é preciso ser verdadeiramente. A luta tem que continuar”, protestou Pestana.

Presidente da Nova Central Nacional, José Calixto Ramos, o Vice-Presidente, Omar José Gomes, Secretário-Geral, Moacyr Roberto, Diretor de Finanças, João Domingos, Diretor Nacional de Formação Sindical, Sebastião Soares, Diretor de Comunicação, Nailton Francisco entre outros dirigentes sindicais da Nova Central, compareceram também na reunião.


Imprensa NCST