Data de publicação: 14 Nov 2017


 

Centrais sindicados e movimentos populares do Estado de Tocantins protestaram na manhã desta sexta-feira (10/11), contra as “reformas” da previdência e trabalhista. O ato aconteceu em frente à Caixa Econômica Federal, na quadra 104 Sul e contou com a participação da Nova Central Sindical de Trabalhadores no Tocantins (NCST-TO), Central Única dos Trabalhadores (CUT), Pública, Central de Trabalhadores e Trabalhadores do Brasil (CTB), União Geral de Trabalhadores (UGT), Frente Brasil Popular, Central de Movimentos Populares e Movimento Nacional de Luta pela Moradia.

O primeiro vice-presidente da NCST-TO, Flávio Dias da Silva, afirmou que o governo Temer está fazendo todos os esforços para tirar o máximo de direito dos trabalhadores e que é preciso reagir a estes ataques. “A reforma trabalhista que entrou em vigor no último sábado (11/11) é um duro golpe contra os trabalhadores. Os direitos foram retirados e, a partir de agora aquilo que for negociado na convenção coletiva, vale mais que a lei”, protestou Flávio Dias.
 
 
O representante da NCST-TO falou que, com todos esses ataques aos direitos dos trabalhadores não resta outra alternativa, a não ser a resistência. “Nós do movimento sindical vamos resistir e reagir contra tudo isso. Precisamos, juntamente com nossas centrais, federações e confederações, fortalecer nossa presença em todos os municípios para mostrar aos trabalhadores os prejuízos da “reforma” da Previdência e trabalhista”, afirmou Flávio Dias.
 
Coleta de assinaturas
As entidades sindicais que fazem parte do Fórum Sindical de Trabalhadores- FST estão coletando assinaturas para apresentação de um projeto de lei de iniciativa popular, com objetivo de revogar a “reforma” trabalhista. Denominado: Movimento por um Brasil Melhor, a campanha quer coletar mais de 2 milhões de assinaturas que serão anexada ao projeto de lei de iniciativa popular a ser apresentado na Câmara Federal. No Tocantins estão sendo coletadas assinaturas na Capital e nas principais cidades do Estado.
 



Fonte: Assessoria de Comunicação Social – NCST-TO