As centrais sindicais Nova Central, CUT, CTB, Força Sindical, Intersindical e Pública realizaram, nesta sexta-feira (27), ato unificado em defesa dos servidores e do serviço público de São Paulo.
A mobilização faz parte do calendário de lutas definido pelas centrais em defesa do serviço público. Houveram, também, paralisações de diversas categorias do serviço público paulista.
Representando a Nova Central, os dirigentes Márcio (Sindpolsan) e Lineu Mazano (Fessp-Esp) estiveram presentes e prestigiaram a manifestação.
“Os servidores públicos não vão parar de lutar. O serviço público e seus servidores existem para garantir o acesso pleno da população à educação; saúde; cultura, lazer; segurança, entre outros. O objetivo dos trabalhadores do setor público não é atender os caprichos dos governantes de plantão, mas sim, as necessidades da população com foco no interesse público e no bem comum. Bem diferente dos serviços privados, cuja preocupação é o lucro do patrão e a exploração máxima do trabalhador", disse Lineu.
“Se até mesmo o deputado estadual Barros Munhoz (PSDB-SP), ex-líder do Governo na Alesp, alegou que o projeto do Governador Alckmin é uma “bosta", quem somos nós para dizer o contrário? A luta continua enquanto esse projeto não for suspenso”, afirmou Márcio do Sindpolsan, sobre o PL 920/2017, que prevê o congelamento dos investimentos públicos por dois anos.
Projeto de Lei (
PL 920/2017 (
https://www.al.sp.gov.br/propositura/?id=1000172030 )), que prevê a limitação das despesas primárias por dois anos, significa, em outras palavras, limitar os investimentos em saúde, educação e demais serviços. O texto da proposta prejudica toda a população de São Paulo, em especial os mais pobres, que dependem da rede de serviços ainda ofertados pelo Estado.
A situação é grave! Há o consenso de todas as categorias que somente a ação unificada do funcionalismo do Estado de São Paulo será capaz de barrar os retrocessos.
Fonte: Nova central Sindical de Trabalhadores do Estado de São Paulo - NCST/SP