
O Fórum Nacional de Mulheres Trabalhadoras das Centrais Sindicais (FNMT) reuniu nesta terça (21) na sede da CUT, em São Paulo.
Foi o primeiro encontro das mulheres da NCST, CUT, CTB, UGT e Força Sindical depois do afastamento da presidenta Dilma Rousseff e teve como pauta: Atual Conjuntura, Campanha Convenção 156, Questões do CNDM, Previdência, estratégias de ações para o segundo semestre e assuntos gerais. Retrocessos dos direitos são preocupações das mulheres das centrais.
“Nós da NCST afirmarmos nossa luta em defesa da democracia e contra todo retrocesso de direitos que têm ameaçado as mulheres e a classe trabalhadora. Precisamos também garantir as deliberações da 4ª Conferência Nacional de Políticas Públicas para as Mulheres e combater toda forma de opressão e violência para construção de uma sociedade mais igualitária” afirmou Secretaria Nacional para assuntos das Mulheres da NCST, Sônia Zerino.
O atual governo sinaliza subtração nos direitos trabalhistas, nas políticas sociais e particularmente nos direitos das mulheres. Como também suspendeu as reuniões dos Conselhos até agosto atropelando o estatuto do conselho que determina as reuniões periódicas.
O Fórum também discutiu a campanha pela ratificação da convenção 156 da OIT, que trata da não discriminação de trabalhadoras e trabalhadores com responsabilidades familiares e cobra dos governos políticas públicas e compromisso dos empresários.
As mulheres das centrais deliberaram nesta reunião que irão construir um documento que divulgue a opinião do FNMT sobre a conjuntura política brasileira para ser entregue numa audiência pública que deverá debater a importância da ratificação da convenção 156 e em defesa dos direitos e avanços conquistados pelas mulheres.
As companheiras Cátia Laurindo, Elisabete Cordeiro e Katia da NCST-SP participaram dos encaminhamentos .