::: NCST - NOVA CENTRAL SINDICAL DE TRABALHADORES :::

Importância do diálogo entre MPT e Movimento Sindical no mundo do trabalho

11 Maio 2016


Na pretensão por um sindicalismo melhor, mais representativo, mais democrático e transparente, segundo o Procurador Regional do Trabalho no Ceará, Francisco Gérson Marques de Lima, as ideias do Ministério Público do Trabalho (MPT) se aproximam com a do presidente Nacional da Nova Central, José Calixto Ramos, que devido sua experiência, é respeitadíssimo no meio sindical.
 
“Quando fala, sem elevar a voz, todos os sindicalistas param para escutá-lo. Aliás, não são apenas os sindicalistas. O sentimento de respeito é muito grande”, afirma Dr. Gérson. Que na sua visão, a importância do diálogo entre MPT e Movimento Sindical, poderá trazer a “comunhão de interesses”, que o presidente Calixto logo expressou ser favorável a que o as entidades sindicais do Brasil adotem “regras próprias”, gerais, que reflitam as boas “práticas do sindicalismo”.
 
Se depender do entendimento entre as partes será promovido um processo de depuração de determinados vícios, como os mandatos extravagantes e as assembleias realizadas sem publicidade. O procurador citou como ação exemplar o “Programa Nacional de Educação Sindical”, dentro do qual se situará o “Portal do Conhecimento” que a Nova Central possui para viabilizar a troca on line de experiências e soluções de problemas enfrentados em várias regiões do País.

De acordo com Sr. Calixto, os trabalhadores brasileiros têm “consciência” de seus direitos, de seus deveres, de suas obrigações e podem “tranquilamente” manter um “sindicalismo atuante e autônomo”, livre de quaisquer ingerências externas, que por questão de princípios, são características da instituição que preside, por isso, defende uma parceria salutar e duradoura entre as instituições que almejam um sindicalismo combativo e classista.
 
“Penso que nossa função extrapola oferecer assistencialismo e negociar melhores condições de vida, trabalho e salário para nossos representados. Precisamos incorporar, além disso, se quisermos voltar a ser protagonistas rumo a uma sociedade mais justa e igualitária, livre deste modelo expropriador de direitos sociais e explorador da mão de obra operária, a prática da formação política e formação humana”.
 
Reforçou que só será possível atingir estes objetivos e reduzir ou acabar com as desigualdades socioeconômicas no Brasil, com entidades fortes, combativas e unidas no propósito de desmascarar a “cultura antissindical” patrocinada pela classe dominante, via a “Mídia Tradicional” que ocupa espaços em sua programação com reportagens para desqualificar, enfraquecer e criminalizar o trabalho e ações das entidades sindicais, que além de legítimas são responsáveis e necessárias”, finaliza Sr. Calixto.
 
    Copyright � 2021 NCST | Desenvolvimento: Techblu.com