Nova Central repudia intervenção oportunista na luta sindical no RJ
12 Maio 2014
A diretoria da Nova Central – SP, repudia os atos de vandalismo, violência e oportunismo de falsos líderes, que na base do terrorismo, promoveram uma paralização dos ônibus urbanos na cidade do Rio de Janeiro ontem (8/5). A confusão começou nas primeiras horas da madrugada e se estendeu até a noite. O impasse aconteceu porque quem promoveu o movimento quer reajuste salarial de 40%, cesta básica de R$ 400 e fim da dupla função.
Mas o acordo firmado entre o Sindicato dos Trabalhadores Rodoviários – RJ (Sintraturb) e a Rio Ônibus (associação que reúne as empresas do setor), as empresas garantiram aumento de 10% nos vencimentos e R$ 40 a mais na cesta básica. Com o acordo, o salário-base de motorista passou a ser de R$ 1.950.
Segundo a Rio Ônibus, somente 24% da frota circularam, com picos de 30% durante a manhã. Rodoviários que tentaram trabalhar foram ameaçados e, ainda, 467 coletivos teriam sido depredados. Das empresas cujos ônibus teriam sido depredados, uma das mais atingidas foi a Viação Jabour, com 67 coletivos com vidros destruídos.
Durante todo dia cerca de 300 manifestantes circulavam em motos e carros e quebravam os veículos para intimidar motoristas e cobradores. O presidente do Sintraturb, José Carlos Sacramento, lamentou os fatos e afirmou que o falso líder da irresponsável manifestação, Hélio Alfredo Teodoro tem pretensões políticas. “Ele quer se candidatar a algum cargo e está se promovendo. Essa greve é feita por uma minoria”, disse.
Garante que o espertalhão dissidente do sindicato dos rodoviários, é motorista da Real Auto Ônibus desde de 2007 e, estaria há um mês, sem trabalhar para se dedicar à causa. Que é filiado ao Partido Ecológico Nacional (PEN) e usa a paralisação para captar votos numa possível candidatura à Deputado Estadual na próxima eleição.
De acordo com o presidente do sindicato, a verdade começou aparecer e, que de fato, pessoas alheias à categoria dos rodoviários em uma ação oportunista com interesses escusos, estavam por trás da manobra. Sendo que o próprio Ronaldo Moreno, assessor político do Sindicato dos Petroleiros do Rio de Janeiro (Sindipetro - RJ), confirmou a participação nos atos, com apoio de carro de som nas manifestações.
Fonte: NCST/SP
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