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Sindicato dos motociclistas luta por valorização profissional

6 Fev 2013

“SEM MOTOFRETE BRASÍLIA NÃO ANDA!!” esta foi a bandeira defendida pelo Sindicato dos Motociclistas Profissionais do DF (SINDMOTO-DF), filiado à Nova Central e a Confederação Nacional dos Trabalhadores em Transportes Terrestres - CNTTT, e a Federação Nacional dos Motociclistas Profissionais do Brasil (FETRAMOTOS), na última sexta-feira (01/02), em frente ao Ministério dos Transportes e do o palácio do Buriti.

O motivo da manifestação teria sido a luta por melhores condições de trabalho, respeito, valorização profissional e salários dignos, além do protesto contra as exigências da Lei 12.009/2009, que exige do condutor desembolsar em média R$ 1 mil, para está em conformidade com as normas. Desta forma a categoria necessitaria de mais tempo para se adequar ao que estabelece o Conselho Nacional de Trânsito (Contran). “O objetivo da categoria é ganhar mais tempo para que as exigências sejam cumpridas”, reitera Reivaldo Alves, presidente do Sindicato dos Motociclistas Profissionais do Distrito Federal (Sindmoto-DF).

Já em resposta a manifestação dos motofretistas, a Associação Nacional dos Detrans (AND) em conjunto com o SINDMOTO-DF, SINDIMOTO-SP, FETRAMOTO e a Nova Central se reuniram nesta terça-feira (05/02), para expor a nova proposta de resolução que será apresentada ao Contran, onde disporá que as fiscalizações pelos DETRANS dos Mototaxistas e Motofretistas irão obedecer a um plano de execução, de acordo com a realidade de cada estado, em que a fiscalização punitiva não poderá ultrapassar o prazo de um ano.

A próxima reunião ordinária com a presença do Contran será no dia 20/02.
 


 
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