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Nova Central e mais de 1 milhão pessoas participam do 1º de maio em São Paulo

2 Maio 2012




Cerca de um milhão de pessoas. Esse foi o público aproximado que compareceu à Praça Campo de Bagatelle, zona norte da cidade de São Paulo, para assistir ao grande ato unificado de 1º de Maio – Dia Internacional do Trabalhador - promovido pelas centrais sindicais  Nova Central, CGTB, Força e UGT.


Com o tema  “Desenvolvimento com menos juros, mais salários e empregos”, além de oferecer entretenimento ao trabalhador, o ato unificado trouxe em seus discursos políticos a defesa da redução da jornada sem redução de salários; educação e qualificação profissional; valorização do serviço público e do servidor público; valorização do salário mínimo; redução da taxa de juros; fim do fator previdenciário e valorização das aposentadorias; igualdade entre homens e mulheres e, Trabalho Decente. José Calixto Ramos, presidente da Nova Central participou do evento felicitando todos os trabalhadores e trabalhadoras presentes, enfatizando sobre o importante papel que cada um desempenha para o crescimento e fortalecimento do Brasil, além de lembrar em seu discurso durante o ato que " juntos, trabalhadores de todas as categorias, se somam para defender uma mesma causa: o interesse da classe trabalhadora, da sociedade e da nação", reafirma, neste 1º de maio, a sua disposição de defender a estrutura sindical brasileira contra toda e qualquer ofensiva que vier no sentido de dividir e enfraquecer o movimento sindical. 

No ato do 1º de Maio, os trabalhadores assistiram gratuitamente a apresentação de Paula Fernandes, Eduardo Costa, Marcos Belutti, Edson & Hudson, João Netto& Frederico, Léo Magalhães, KLB, Daniel, Cesar Menotti & Fabiano, Inimigos da HP e Padre Alessandro Campos. O cantor Latino fechou o show. Além do sorteio de vários prêmios.

No 1º de Maio, os sindicalistas falaram sobre diversos temas, entre os quais as bandeiras de luta de 2012: redução da jornada sem redução de salários; educação e qualificação profissional; valorização do serviço público e do servidor público; valorização do salário mínimo; redução da taxa de juros; fim do fator previdenciário e valorização das aposentadorias; igualdade entre homens e mulheres e, Trabalho Decente.

Além de ressaltarem sobre a defesa da indústria nacional e do emprego; aumento real de salários; redução da jornada para 40 horas semanais; trabalho decente; fim do fator previdenciário; aumento real dos benefícios dos aposentados que ganham acima de um salário mínimo; trabalho igual, salário igual; qualificação profissional; e reforma agrária foram algumas das bandeiras do movimento sindical.

Houve posto médico no local, ambulância com UTI, banheiros químicos, brigadistas de incêndio, seguranças e monitoramento com câmeras. De acordo com o coordenador do ambulatório médico, Artur Corradini, foram realizados 127 atendimentos - a maioria por pressão baixa. Três pessoas precisaram ser removidas por luxação, pé torcido e crise de diabetes.



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