Relator da reforma trabalhista vai comandar Previdência de Bolsonaro

Data de publicação: 13 Dez 2018


Deputado Rogério Marinho promete aprovar mudanças nas aposentadorias no primeiro semestre do próximo ano. Modelo chileno defendido por Paulo Guedes levou a maioria dos aposentados do país a receberem menos que um salário mínimo.



Reforma trabalhista relatada por Marinho destruiu direitos sem criar os empregos prometidos


O deputado federal Rogério Marinho (PSDB-RN) vai comandar a Secretaria Especial de Previdência Social do governo Bolsonaro, que vai ficar submetida ao Ministério da Economia. O nome de Marinho foi confirmado nesta terça-feira (11) pelo futuro ministro Paulo Guedes. 

Marinho foi o relator da "reforma" trabalhista do governo Temer, aprovada em 2017. Ele tentou se reeleger, mas foi derrotado. Agora, deverá fazer a articulação com o Congresso Nacional para tentar aprovar a proposta de reforma da Previdência. Ele promete aprovar mudanças nas aposentadorias ainda no primeiro semestre de 2019, mas ainda falta clareza na equipe de Bolsonaro sobre o modelo previdenciário a ser adotado. 

Durante a campanha, Guedes defendeu o modelo de capitalização para as aposentadorias. Essa proposta é criticada, pois impõe que a contribuição seja feita apenas pelos trabalhadores em contas individuais. É o mesmo modelo que foi aplicado no Chile, ainda durante a ditadura de Augusto Pinochet (1973-1990). Hoje, 91% dos aposentados chilenos recebem em média R$ 694, menos do que o salário mínimo vigente no país. 

Já a reforma trabalhista que, segundo o governo Temer, estimularia a criação de empregos, também não vem mostrando resultados. Segundo dados do IBGE, o número de desempregados só registrou queda recente por conta do crescimento da informalidade. O total dos trabalhadores sem direito a aposentadoria, fundo de garantia, férias e 13º salário chegou a 11,6 milhões, em outubro, um aumento de 5,9% em relação a igual trimestre de 2017.




Fonte: Rede Brasil Atual - RBA 
 

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