Agentes penitenciários de Rondônia cumprem agenda no Congresso e articulam ações conjuntas com a NCST

Data de publicação: 14 Ago 2018

Lideranças sindicais cumpriram agenda em Brasília e visitaram sede social da Nova Central Sindical de Trabalhadores – NCST.





Representantes do Sindicato dos Agentes Penitenciários, Agentes de Segurança Socioeducativos, Técnicos Penitenciários e Agentes Administrativos Penitenciários do Estado de Rondônia - Singeperon visitaram, nesta terça-feira (14), a sede social da Nova Central Sindical de Trabalhadores – NCST. Acompanhados pelo vice-presidente da entidade  e presidente Federação Sindical Nacional dos Servidores Penitenciários – Fenaspen, Fernando Ferreira Anunciação, os sindicalistas cumpriram agenda no Congresso Nacional e, em visita à central sindical, reuniram-se para debater conjuntura política e articular ações conjuntas em benefício das principais reivindicações dos agentes penitenciários no plano nacional.




 


Empossada há pouco mais de 60 dias, a presidente do Singeperon, Daihane Gomes, esclareceu, na oportunidade, que a visita tem por objetivo estreitar os laços e as atividades do sindicato com as entidades de grau superior, de modo a assegurar maior participação e capacidade de intervenção do Singeperon em questões de impacto nacional. “Na situação do Sistema Único de Segurança Pública – SUSP, viemos articular politicamente pela a derrubada do Veto Presidencial ao artigo que equiparava agentes penitenciários a outras carreiras policiais. Conseguimos segurar, na Comissão de Segurança Pública e Combate ao Crime Organizado da Câmara dos Deputados, o avanço do Projeto  de Lei (PL 2.694/2015) que na prática, visa, na contramão das melhores experiências internacionais, privatizar o sistema penitenciário brasileiro. Enfim, o trabalho executado hoje demonstra a necessidade de estarmos cada vez mais atentos e intervindo nas esferas de decisão”, avaliou a líder sindical.
 
“Existe um lobby muito forte a favor da privatização. De olho nos lucros potencias da atividade, não são poucos dispostos a retirar a responsabilidade do Estado para jogar o país numa aventura que, mundo afora, resultou em trágicas experiências. Nossa experiência com penitenciárias privadas foram tão ruins quanto às verificadas internacionalmente. Manaus, Roraima e Pedrinhas demonstram o fracasso dessas iniciativas. Até mesmo os custos por preso, em raras situações inicialmente compatíveis, passam a cobrar valores exorbitantes, incompatíveis com uma administração austera. O Brasil é hoje um país que prende muito e prende mal. Imagina uma empresa que lucra com prisões? Seria o caos institucionalizado neste sensível segmento da segurança pública”, concluiu o vice-presidente da NCST, Fernando Ferreira Anunciação.
 



 
Imprensa NCST

 

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