SP: NCST paulista consolida trincheira do movimento negro no Estado

Data de publicao: 1 Ago 2018

Entidade transformou-se em QG do movimento negro, sediando, em diversas oportunidades, reuniões estratégicas de lideranças e representantes do movimento.​



Reunião da coordenação da 3ª Marcha das Mulheres Negras de São Paulo na sede social da NCST/SP



A Nova Central Sindical de Trabalhadores do Estado de São Paulo - NCST/SP, participou ativamente da 3ª Marcha das Mulheres Negras de São Paulo, realizada na quarta-feira (25/07), na capital paulista. Na oportunidade, as manifestantes voltaram às ruas para denunciar o genocídio da população negra, agravada pela violência da polícia do Estado e a “guerra às drogas”, que vem se efetivando como política de criminalização da juventude e não de enfrentamento efetivo ao narcotráfico.






O movimento também denunciou os os retrocessos resultantes das mudanças na legislação trabalhista, que elevou as taxas de desemprego e precarizou as relações de trabalho, levando milhões de trabalhadores – especialmente as famílias negras - à informalidade e ao rebaixamento de seu poder aquisitivo, devolvendo muitos à linha da pobreza e miséria, agravando todos os demais problemas sociais relacionados.






A Secretária Nacional da Promoção da Igualdade Racial e Gênero da NCST, Cátia Aparecida Laurindo, vem desempenhando papel de detaque no apoio e promoção de atos de combate ao racismo e em defesa dos direitos humanos.





 
Segue, abaixo, a avalição da líder sindical sobre as precárias condições que acometem a vida da população negra do país, bem como a colaboração e participação da NCST na 3ª Marcha das Mulheres Negras de São Paulo:


 
O Dia da Mulher Negra, Latina e Caribenha comemorado em 25 de julho, foi instituído em 1992 para dar visibilidade e reconhecimento a presença e a luta das mulheres negras.

Mais que uma data comemorativa, é um marco internacional da luta e resistência da mulher negra contra a opressão de gênero. O racismo e a exploração de classe.
                                   
É preciso lembrar, sempre, que a nossa história não começou na escravização, a escravização interrompeu a nossa história! Não somos descendentes de escravos, como dizem os livros e como ainda ensinam nas escolas. Somos descendentes de civilizações africanas. 
 
Por nós, por todas nós e pelo bem viver! Exigimos o fim da negligência e violência do Estado
 
Marchamos contra o racismo, o feminicídio, o machismo, o etnocídio, a lesbofobia, a bifobia, a transfobia e o racismo religioso e todas as formas de violência e violação dos direitos humanos.
 
Essa é uma data de denúncia, de resistência e luta pois nós, mulheres negras, temos demandas e aspirações especificas.
 
O nosso objetivo é a unicidade da luta negra e feminista, pois ainda entendemos que nossos direitos ainda estão longe de serem consolidados, uma vez que o racismo e o machismo seguem operando como gramáticas sociais. O feminicídio de mulheres negras aumentou 54% e violência doméstica aumentou 58%.
 
Até quando vamos viver, aliás, sobreviver dessa forma???
 
OBS: A NCST-SP cedeu a sede para todas as reuniões de organização e mobilização, somando um total de 10 reuniões do movimento.
 
Cátia Laurindo - Secretária Nacional da Promoção da Igualdade Racial e Gênero da NCST

 



Clique AQUI e acesse o MANIFESTO resultante da 3ª Marcha das Mulheres Negras de São Paulo
 
 




Fonte: Nova Central Sindical de Trabalhadores do Estado de São Paulo – NCST/SP
 

A Construção de uma NOVA CENTRAL SINDICAL DE TRABALHADORES – NCST foi forjada na unidade, coragem e ousadia, capaz de propor uma alternativa de luta para os trabalhadores e trabalhadoras do Brasil. A NOVA CENTRAL SINDICAL DE TRABALHADORES marca um momento importante na história do Movimento Sindical Brasileiro, ela é a esperança transformada em realidade que se constitui como instrumento de luta e de unidade da classe trabalhadora do nosso País.

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