Relator da Comissão sobre reforma trabalhista recebe centrais em Brasília

Data de publicação: 9 Maio 2017

No final de tarde da terça-feira (9), o senador Ricardo Ferraço (PSDB/ES) relator da Comissão Especial que discutirá o Projeto de Lei da Câmara (PLC) 38/2017, que trata da reforma trabalhista, reuniu-se com representantes das Centrais Sindicais (Nova Central, UGT, CUT, CGTB, CTB, CSB, Força Sindical, CSP - Conlutas e Intersindical) e disse não concordar com o regime de urgência para tratar do tema.

Ferraço ouviu dos sindicalistas dezenas de reclamações pela forma como deputados, aliados de Michel Temer (PMDB), aprovaram em tempo recorde, o texto da reforma que agora tramita no Senado Federal. Segundo o diretor Nacional de Comunicação da Nova Central, Nailton Francisco de Souza (Porreta), tanto o governo como os parlamentares abriram mão do “diálogo” e foram para o “enfrentamento” com o Movimento Sindical.

“Infelizmente, se criou o clima de revanche dos legisladores contra a representação dos trabalhadores (as). As mais de cem alterações na Consolidação das Leis do Trabalho (CLT) foram redigidas em instituições patronais e entregues como emendas aos deputados, que de forma vingativa, aprovaram integralmente o desmonte no Direito do Trabalho”, argumentou Nailton.

O senador informou que serão realizadas duas sessões temáticas no Plenário do Senado para discutir o PLC, já marcadas para quinta-feira (11) e para a próxima terça-feira (16) com a participação de seis convidados em cada uma. Com muita firmeza disse que se for proposto “regime de urgência” para acelerar a votação, votaria contra e renunciaria a relatoria.

“Quero estabelecer e compactuar alguns procedimentos pela manutenção do respeito mútuo e pela democracia. Pretendo ampliar o debate da proposta além das discussões que serão realizadas nas comissões e devo colher e ouvir sugestões de todos os seguimentos interessados na matéria” garantiu o senador.

Que relatou também, do compromisso assumido pelodo  presidente do Senado, Eunício Oliveira (PMDB/CE)  que a reforma vai ser analisada em três comissões: de Assuntos Econômicos (CAE); de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ) e de Assuntos Sociais (CAS), se comprometeu a não pautar nenhum pedido de urgência para o projeto até que o trabalho nas comissões se esgote.
 

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