SINDMOTORISTAS – SP não medirá esforços em defesa do emprego dos cobradores

Data de publicação: 11 Abr 2017

O presidente do Sindicato dos Motoristas de São Paulo (SINDMOTORISTAS), Valdevan Noventa compareceu na grande Plenária dos Trabalhadores em Transportes Rodoviários de Passageiros e de Cargas realizada, segunda-feira (10/04) na Avenida Duque de Caxias em frente à sede da Federação dos Trabalhadores em Transportes Rodoviário de São Paulo (FTTRESP) e defendeu o emprego dos cobradores nos ônibus paulistanos e criticou e criticou prefeito da Capital  João Doria (PSDB/SP).

 “Num momento em que milhões de pais de família estão desempregados por todo o País, é estranho que um gestor público anuncie intenção de gerar mais desemprego ainda. O argumento de Doria, de que os cobradores (as) serão requalificados e aproveitados como motoristas ou no setor administrativo não tem lógica. As empresas não estão num momento de contratação e o próprio prefeito tenta, na prática, reduzir o número de ônibus. Só se tivermos dois motoristas por ônibus!”

Noventa disse que os cobradores (as) têm “função social”. E que além de orientar passageiros, ajudam idosos, dá suporte a cadeirantes e a portadores de outras deficiências, ajuda a socorrer até em casos de acidentes, como a própria imprensa já mostrou tantas vezes. “A categoria vai resistir à demissão de cobradores. O Sindicato está empenhado em garantir os empregos desses profissionais que ajudam para a boa qualidade do serviço de transporte público”.

No evento coordenado pela Nova Central – SP, havia entidades sindicais de outros setores como (Metalúrgicos e Eletricitários – SP, Metroviários e Ferroviários – SP, Metroviários – BH, Aeronautas - RJ), representantes das centrais sindicais (Nova Central, Força Sindical, CTB, CUT, CGTB, CSP – Conlutas) e Confederações e Federações dos Trabalhadores em Transportes da Bahia, Rio de Janeiro, Paraná e dezenas de sindicatos do setor de transporte rodoviário e de cargas no Estado de São Paulo, em votação simbólica, aprovaram total apoio à luta do SINDMOTORISTAS - SP.
 
José Calixto Ramos, presidente Nacional da Nova Central disse que existe um movimento “orquestrado” em Brasília para aprovar a qualquer custo a redução de direitos sociais e trabalhistas. “No andar da carruagem, ficou claro que a intenção do Governo Federal e seus aliados no Congresso Nacional é trabalhar em sintonia para reduzir à aposentadoria, impor idade mínima de 65 anos para todos e diga se de passagem, querem desmontar o Movimento Sindical via a reforma Trabalhista”, comentou Calixto.
 

A Construção de uma NOVA CENTRAL SINDICAL DE TRABALHADORES – NCST foi forjada na unidade, coragem e ousadia, capaz de propor uma alternativa de luta para os trabalhadores e trabalhadoras do Brasil. A NOVA CENTRAL SINDICAL DE TRABALHADORES marca um momento importante na história do Movimento Sindical Brasileiro, ela é a esperança transformada em realidade que se constitui como instrumento de luta e de unidade da classe trabalhadora do nosso País.

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