Senado voltará debater PL da Terceirização, garante Eunício

Data de publicação: 28 Mar 2017

Na presença de líderes das Centrais Sindicais o senador Paulo Paim (PT/RS) apresentou terça-feira (28/3) para o presidente do Senado, Eunício Oliveira (PMDB) seu relatório do PLC 30/15, que regulamenta o trabalho terceirizado. Por questão regimental o presidente da Casa, encaminhou a proposta às comissões permanentes para debate e deliberação.

O presidente Nacional da Nova Central, José Calixto Ramos  esteve na cerimônia e constatou que no parecer, Paim avançou sobre temas incômodos aos trabalhadores (as). Como na questão da atividade-meio e fim, que no seu relatório regulamenta a terceirização na atividade-meio e a proíbe na atividade-fim.

Em sua opinião o projeto aprovado em 2015 na Câmara dos Deputados, ainda precisa de correções, tais como: a Pejotização e a possibilidade de terceirizar todas as atividades de uma empresa. “Apesar da questão simbólica do ato, saímos frustrados com o senador Romero Jucá - líder de Temer – que havia se comprometido nos ajudar nesta questão e simplesmente não compareceu e nem deu satisfação”.

Outra questão, que segundo  Calixto deu para transparecer é de que o presidente do Senado na questão da relação (solidária x subsidiária), sua simpatia é pela “subsidiária”. E que, para obter êxitos nesta batalha o fundamental é manter uma campanha sistemática de mobilização nos locais de trabalho e preparar as manifestações agendadas para o dia 28 de abril.

O sucesso das manifestações do dia 15 de março, para ele, servirá de estímulo para aumentar a adesão de mais categorias na próxima mobilização. E de que é preciso combater a “guerra de desinformações” veiculadas na “mídia tradicional”, que já se posicionaram claramente que apoiam quaisquer mudanças que retiram direitos sociais e trabalhistas.

“Não fique de fora desta luta em defesa de um presente seguro e futuro promissor. O setor patronal de todos os seguimentos produtivos e econômicos investem milhões nos seus representantes no Congresso para que aprovem medidas de seus interesses em detrimento das condições de vida e trabalho. Tudo isso exigirá muita resistência e luta do nosso povo”, garante  Calixto.
 

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