​Apartidarismo da Nova Central possibilita cobrar sem rodeios retirada das MPs 664 e 665

Data de publicao: 24 Abr 2015


Desde sua fundação em junho de 2005, a Nova Central Sindical de Trabalhadores (NCST) se mantêm firme no propósito da defesa intransigente das conquistas e dos interesses da classe trabalhadora. Por isso, se mantêm apartidária para não ter que se comprometer com propostas indecentes, prejudiciais aos trabalhadores (as).

 Segundo José Calixto Ramos (Sr. Calixto), presidente Nacional da Nova Central, nas audiências públicas no Senado Federal e reuniões com representantes do Governo Federal, para discutir a “punhalada nas costas”, que significam as Medidas Provisórias (MPs 664 e 665), os representantes da instituição têm se posicionado abertamente pela suspenção delas, em prol de negociações menos “emparedadas”.

Muito preocupado com esta questão, costuma dizer que o tão propagandeado “Ajuste Fiscal” do governo Dilma, só mudou o nome do “remédio” e, infelizmente, a receita é a mesma amplamente conhecida, que implicará em: desemprego e recessão econômica no país. “Essa pauta negativa para a sociedade que atenta aos nossos direitos, não nos interessa”.

“Com o falso discurso de combate as fraudes e desvios nos benefícios previdenciários, a imposição unilateral destas medidas desprestigiou o diálogo que poderia ser feito entre parlamentares, poder público e centrais sindicais – que se sentiram traídas – pelo novo governo da presidente. Não tem cabimento, que se diz governar com olhos aos mais necessitados e vulneráveis na relação capital e trabalho, propor aniquilar direitos adquiridos com muito suor, sacrifícios e sangue dos trabalhadores (as)”, lamenta Sr. Calixto.

João Domingos, secretário Nacional de Finanças da Nova Central e presidente da Confederação dos Servidores Públicos do Brasil (CSPB), afirma que por mais que se tente negar, as MPs “assustam e trazem medo” aos trabalhadores (as) por “impactar negativamente”, sobre a vida de milhões de brasileiros, especialmente, os jovens e os que recebem menores salários.

De acordo com ele, os números atestam o pessimismo. Dados do Conselho Deliberativo do Fundo de Amparo ao Trabalhador (CONDEFAT) mostram que com base nos dados de 2013 – para o primeiro acesso ao seguro-desemprego, 42% dos beneficiados seriam excluídos do programa. Deste montante, 44% são jovens.

“O estudo aponta ainda que no segundo acesso ao benefício, 29% dos trabalhadores (as) seriam impedidos de recebê-lo. Ou seja, 1,4 milhões de brasileiros (as) pertencentes à juventude pobre perderiam direito ao seguro. Sem contar que as MPs determinam novas regras para acesso a benefícios, previdenciários, também para o abono salarial e auxílio doença”, ressaltou João.


A Construção de uma NOVA CENTRAL SINDICAL DE TRABALHADORES – NCST foi forjada na unidade, coragem e ousadia, capaz de propor uma alternativa de luta para os trabalhadores e trabalhadoras do Brasil. A NOVA CENTRAL SINDICAL DE TRABALHADORES marca um momento importante na história do Movimento Sindical Brasileiro, ela é a esperança transformada em realidade que se constitui como instrumento de luta e de unidade da classe trabalhadora do nosso País.

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