Conselho Nacional de Saúde realiza primeira reunião ordinária de 2015

Data de publicação: 30 Jan 2015
Esta semana o diretor da Nova Central, Luiz Aníbal, iniciou suas atividades junto ao Conselho Nacional de Saúde (CNS) como 1º suplente, sendo atuante também como presidente do Conselho de Saúde de Cachoeira, no Rio Grande do Sul.
                                                                                                                                                                                                                                                                                   (Foto: Luiz Parahyba)
Em entrevista o diretor fez um apelo aos sindicalistas. “Neste momento iniciamos nossos trabalhos mais ainda percebemos uma baixa participação dos dirigentes sindicais nas discussões que envolvam a saúde. Assim, insistimos que nossos companheiros participem mais das plenárias, conferências e conselhos existentes em cada um de seus municípios, pois esta ação caracterizará de fato o exercício sindical”, lembrou.

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IMPRENSA NCST: Fale sobre um dos assuntos mais importantes tratado na
reunião.


LUIZ ANÍBAL: A 265ª Reunião Ordinária do Conselho Nacional de Saúde (CNS), que ocorreu na terça-feira (27/01/15), contou com a participação da presidente do CNS, Maria do Socorro de Souza, que fez uma análise dos desafios do controle social frente ao cenário político do país na atualidade, enfatizando que o ano de 2015 será marcado por importantes mobilizações de norte a sul do país em defesa da saúde de qualidade como direito essencial de todo o cidadão brasileiro. 

Ela também fez referência à agenda estratégica, que inicia em março com plenárias populares nas cinco regiões do país, que terá como ponto alto a 15ª Conferência Nacional de Saúde, em novembro.   

IMPRENSA NCST: Sobre as MP’s que estão em discussão no Congresso Nacional houve algum encaminhamento a respeito?

LUIZ ANÍBAL: Os conselheiros nacionais precisam dar uma atenção especial a algumas medidas em discussão tanto no Executivo quanto nas Casas Legislativas que afrontam conquistas importantes da classe trabalhadora. Temos expectativa de que as transformações de enfrentamento avancem e com isso não deixem que se percam muitas das garantias e direitos sociais já alcançados. 

IMPRENSA NCST: A 1ª reunião anual do CNS já tem uma agenda definida de trabalho para este ano? 

LUIZ ANÍBAL: A agenda que o governo federal apresentou para a saúde é bem extensa com propostas de melhoria para este setor com o apoio da realização da plenária nacional do conselho que será em abril, entre outros eventos que estamos ainda definindo e discutindo. 

IMPRENSA NCST: Foi apresentada por você alguma sugestão para o Ministro da Saúde para o plano de ações? 

LUIZ ANÍBAL: Sim. Eu acabei cobrando, na ocasião, um melhor funcionamento nas Unidades de Pronto Atendimento, que em alguns lugares não estão funcionando por falta de recursos. Outra preocupação minha foi em relação ao selo que é distribuído ao paciente quando chega à emergência; classificando o seu estado como sendo leve, médio ou grave, sendo feito por alguém que não é especialista em diagnósticos de doenças. Citei também a existência de um número crescente de acidentes no trânsito, se fazendo necessária a realização de campanhas educativas que venham flexibilizar a legislação e mudar este quadro atual. Por último rediscuti a forma como é conduzida as emergências nos dias de hoje, aonde deve haver um tratamento mais eficaz do que existe.

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Aníbal encerrou a entrevista lembrando a necessidade de se fazer um trabalho de prevenção na área da saúde por ser um método muito mais eficiente. Além disso, lembrou que neste ano haverá no Brasil inteiro conferências e plenárias que necessitam da participação popular e sindical em todos os municípios contemplados.
 
Para fortalecer a participação social, pela primeira vez a fase preparatória da Conferência Nacional contará com cinco plenárias populares regionais. Realizadas no mês de março, as plenárias vão anteceder os debates nas etapas municipais (9 a 15 de julho) e estaduais (16 de julho a 30 de setembro) da 15ª CNS. “Nós sindicalistas precisamos participar desses debates estabelecendo um diálogo direto com a sociedade brasileira sobre o direito à saúde em defesa do Sistema Único de Saúde e do trabalhador”, encerrou o diretor.

A Construção de uma NOVA CENTRAL SINDICAL DE TRABALHADORES – NCST foi forjada na unidade, coragem e ousadia, capaz de propor uma alternativa de luta para os trabalhadores e trabalhadoras do Brasil. A NOVA CENTRAL SINDICAL DE TRABALHADORES marca um momento importante na história do Movimento Sindical Brasileiro, ela é a esperança transformada em realidade que se constitui como instrumento de luta e de unidade da classe trabalhadora do nosso País.

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