Resultado das urnas deve ser respeitado por todos!

Data de publicao: 6 Nov 2014


Diante do momento que vivemos, onde de um lado aflora uma nova cidadania e de outro cresce o desencanto com a política, a melhor resposta é defendermos a democracia. O Brasil passa por um momento ímpar rumo sua transformação política, ética e moral, advinda do clamor das ruas e das urnas.

Compartilhamos com o pensamento de que o mundo precisa de mais e não de menos democracia. Concordamos com a população que há um bom tempo está indignada contra a corrupção e desmando dos governos em todos os níveis. Por isso, é dever da nova geração despertar a vocação cidadã que está dentro de cada indivíduo.

É preciso estimular a cultura da participação, aprofundar a democracia direta, fortalecer as atuais e criar novas ferramentas de participação. No entanto, precisamos transformar mais uma vez os costumes políticos e sociais com a participação das organizações de representação dos trabalhadores (as).

Acreditamos que para alcançar o êxito desejado e proposto durante as eleições, o próximo mandato da presidente Dilma Rousseff precisa construir uma gestão focada no cidadão. Ou seja, a vontade popular precisa estar no centro das ações administrativas.

Cada vez mais o cidadão precisa ter o poder de decisão sobre os investimentos, as políticas públicas e os projetos estratégicos que visam acabar com as desigualdades sociais e discriminações. Pensar os desafios e perspectivas para o futuro é uma tarefa que o movimento sindical precisa pautar.

Entender que governos do “Estado Moderno” são montados para gerir os negócios comuns, principalmente da classe dominante, precisa estar bem claro para os dirigentes e representantes dos trabalhadores (as) e, que só reverteremos esta lógica, por meio da força do trabalho e união da classe, pois mudanças sem participação de toda sociedade será inútil e tudo ficará como está.

Por fim, defendemos que a Nova Central mantenha seus princípios em defesa da Unicidade Sindical, Soberania, Justiça Social e que se mantenha na luta por um futuro melhor, sem abrir mão das conquistas obtidas com muito sacrifício durante muitos anos de atuação.

Algumas bandeiras como o fim do Fator Previdenciário; melhorias das condições adversas no trabalho que motiva o adoecimento e reduz a capacidade produtiva; maior amparo social; uma sociedade participativa; direito da locomoção digna através de um sistema de transportes público decente; redução da jornada de trabalho e trabalho e emprego decente,   segurança, o fim da terceirização dentre outras, que continuaremos a defender.

Moacyr Roberto Tesch Auersvald
Diretor Secretário Geral Nacional da Nova Central

 


A Construção de uma NOVA CENTRAL SINDICAL DE TRABALHADORES – NCST foi forjada na unidade, coragem e ousadia, capaz de propor uma alternativa de luta para os trabalhadores e trabalhadoras do Brasil. A NOVA CENTRAL SINDICAL DE TRABALHADORES marca um momento importante na história do Movimento Sindical Brasileiro, ela é a esperança transformada em realidade que se constitui como instrumento de luta e de unidade da classe trabalhadora do nosso País.

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