Plano de Mobilidade Urbana ainda é letra morta!

Data de publicação: 13 Out 2014


Considerado avançado por especialistas em transportes, o Plano Nacional de Mobilidade Urbana foi sancionado em janeiro de 2012 e determinava uma série de ações a serem realizadas por todas as esferas de governo. Porém, de acordo com o Secretário de Assuntos de Transportes da Nova Central, José Alves do Couto Filho (O Toré), muita coisa não saiu do papel.

Citou como exemplo o desenvolvimento de planos de mobilidade por todas as cidades com mais de 20 mil habitantes. “Preocupante, depois de dois anos da sanção da Lei não se avançou nem um passo para atingir esta meta. O próprio Ministério das Cidades não soube informar quais cidades não elaboraram seus planos”, afirmou.

Para Toré o próximo governo federal terá que investir “pesado” e cobrar “planejamento e integração”. Que mesmo apesar de alguns avanços, a complexidade do problema [Mobilidade Urbana] exigirá muita “vontade política e dinheiro”, para resolvê-lo.

O tema foi bastante explorado durante as manifestações de ruas em junho de 2013. Hoje, 1.720 municípios são obrigados a cumprir o Plano Nacional, que deve ser implantado até abril de 2015. Do contrário, não poderão solicitar recursos ao ministério.

Segundo Toré, estes planos devem orientar os projetos de mobilidade, integrar os diferentes modais com investimentos, inclusive em temas que não parecem estar diretamente relacionados, como “desapropriações de imóveis” em áreas que serão utilizadas para melhorar a fluidez no trânsito.

“É preciso desenvolver ações por ordem de importância aos modais. Privilegiar os não motorizados (pedestre e ciclistas) seguido do transporte coletivo. Acabar com a cultura dos gestores públicos de não pensar em longo prazo soluções para os problemas e só investem em soluções paliativas dentro do mandado”, alerta.

Disse que até agora o Ministério das Cidades, só recebeu projetos de duas cidades com menos de 100 mil habitantes: Rio Grande da Serra – SP, e Serra Dourada – BA, sendo que pelo Programa de Aceleração do Crescimento da Mobilidade (PAC Mobilidade), a prioridade, no momento, são os projetos de municípios com população entre 400 e 700 mil pessoas.


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