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<title>Sistema de Conteúdo (SISCON) da NCST - Nova Central Sindical de Trabalhadores</title>
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<description>Sistema de Conteúdo (SISCON) da NCST - Nova Central Sindical de Trabalhadores</description>


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<item>
<title><![CDATA[Empresa tem de garantir estabilidade a temporário]]></title>
<link>http://www.ncst.org.br/news/../noticias.php?id=12279?number=10</link>
<description><![CDATA[Seja qual for a modalidade contratual, a empresa tem a obriga&ccedil;&atilde;o de garantir a estabilidade ao trabalhador acidentado. Com essa fundamenta&ccedil;&atilde;o, a 5&ordf; Turma do Tribunal Superior do Trabalho reconheceu o direito &agrave; estabilidade provis&oacute;ria de um empregado, que se acidentou em servi&ccedil;o quando trabalhava temporariamente para a empresa ABB Ltda. Os ministros entenderam que n&atilde;o h&aacute; distin&ccedil;&atilde;o legal entre contrato por prazo fixo e contrato por prazo indeterminado no que se refere &agrave; estabilidade por doen&ccedil;a ocupacional.<br />
<br />
O trabalhador exercia a fun&ccedil;&atilde;o de caldeireiro, quando se acidentou e sofreu deslocamento de retina, em um dos olhos. O Tribunal Regional do Trabalho da 5&ordf; Regi&atilde;o negou a estabilidade porque seu contrato era por prazo a termo. O empregado recorreu ao TST. Alegou que a lei n&atilde;o faz distin&ccedil;&atilde;o entre contratos por prazo determinado e indeterminado.<br />
<br />
A relatora do recurso, ministra K&aacute;tia Magalh&atilde;es Arruda, explicou os preceitos constitucionais e legais a respeito dos direitos sociais e individuais do trabalhador. &ldquo;A estabilidade provis&oacute;ria em raz&atilde;o de acidente de trabalho avulta-se como garantia social constitucional em face da prote&ccedil;&atilde;o ao trabalho, &agrave; sa&uacute;de, &agrave; previd&ecirc;ncia, &agrave; assist&ecirc;ncia social e &agrave; pr&oacute;pria exist&ecirc;ncia da pessoa, independentemente da modalidade contratual&rdquo;, afirmou.<br />
<br />
A ministra constatou que n&atilde;o h&aacute; como se concluir que o trabalhador tempor&aacute;rio, acometido de doen&ccedil;a ocupacional, seja exclu&iacute;do do benef&iacute;cio da garantia de 12 meses no emprego, estabelecido no artigo 118, da Lei 8.213/91.<br />
<br />
O TST concedeu ao trabalhador o benef&iacute;cio. Os ministros aplicaram a S&uacute;mula 396, I, do TST, que estabelece que, exaurido o per&iacute;odo de estabilidade, s&atilde;o devidos apenas os sal&aacute;rios do per&iacute;odo de estabilidade. Diante da impossibilidade da reintegra&ccedil;&atilde;o do empregado, o TSTdeterminou o pagamento de indeniza&ccedil;&atilde;o substitutiva, compreendida de &ldquo;sal&aacute;rios vencidos e vincendos, equivalente a 12 meses contados da cessa&ccedil;&atilde;o do aux&iacute;lio-doen&ccedil;a acident&aacute;rio, independentemente de percep&ccedil;&atilde;o de aux&iacute;lio-acidente&rdquo;. Com informa&ccedil;&otilde;es da Assessoria de Imprensa do TST.<br />
<br />
Fonte: Consultor Jur&iacute;dico<br />]]></description>
<category><![CDATA[<a href="http://www.ncst.org.br/destaques.php?category/ltimas-not-cias?number=10">Últimas Notícias</a>]]></category>
<pubDate>Thu, 26 Aug 2010 09:03:01 -0300</pubDate>
</item><item>
<title><![CDATA[Porteiros poderão receber adicional de periculosidade]]></title>
<link>http://www.ncst.org.br/news/../noticias.php?id=12278?number=10</link>
<description><![CDATA[A C&acirc;mara analisa o Projeto de Lei 7760/10, do Senado, que assegura adicional de periculosidade a porteiros, vigias e seguran&ccedil;as de pr&eacute;dios comerciais e residenciais. Pela proposta, que altera a Consolida&ccedil;&atilde;o das Leis do Trabalho (CLT - Decreto-Lei 5452/43), zeladores, faxineiros e serventes que, eventualmente, prestarem servi&ccedil;os de vigil&acirc;ncia e seguran&ccedil;a tamb&eacute;m receber&atilde;o o benef&iacute;cio.<br />
<br />
<br />
<br />
O autor do projeto, senador Marcelo Crivella (PRB-RJ), lembra que s&atilde;o cada vez mais comuns casos de porteiros que foram imobilizados ou at&eacute; mesmo assassinados, devido &agrave; a&ccedil;&atilde;o de criminosos em pr&eacute;dios. Crivella argumenta ainda que a instala&ccedil;&atilde;o de c&acirc;meras, alarmes e cercas el&eacute;tricas n&atilde;o garantiu a seguran&ccedil;a das edifica&ccedil;&otilde;es.<br />
<br />
<br />
<br />
Para o senador, portanto, &eacute; justo os profissionais da &aacute;rea de vigil&acirc;ncia receberem adicional de periculosidade em virtude do constante risco a que s&atilde;o submetidos no dia a dia.<br />
<br />
<br />
<br />
Tramita&ccedil;&atilde;o<br />
A proposta, que tramita em regime de prioridade e em car&aacute;ter conclusivo, ser&aacute; analisada pelas comiss&otilde;es de Trabalho, de Administra&ccedil;&atilde;o e Servi&ccedil;o P&uacute;blico; e de Constitui&ccedil;&atilde;o e Justi&ccedil;a e de Cidadania.<br />
<br />
Fonte: Ag&ecirc;ncia C&acirc;mara<br />]]></description>
<category><![CDATA[<a href="http://www.ncst.org.br/destaques.php?category/ltimas-not-cias?number=10">Últimas Notícias</a>]]></category>
<pubDate>Thu, 26 Aug 2010 08:59:55 -0300</pubDate>
</item><item>
<title><![CDATA['Nenhuma empresa será obrigada a usar ponto eletrônico', reafirma Lupi]]></title>
<link>http://www.ncst.org.br/news/../noticias.php?id=12271?number=10</link>
<description><![CDATA[Publicada h&aacute; um ano, Portaria 1.510, que regulamenta o uso do Registro Eletr&ocirc;nico de Ponto, n&atilde;o interfere na CLT,<br />
<br />
que determina op&ccedil;&atilde;o por registro manual ou mec&acirc;nico. Centrais sindicais refor&ccedil;am apoio &agrave; medida<br />
<br />
<br />
<br />
O Ministro do Trabalho e Emprego, Carlos Lupi, reafirmou nesta ter&ccedil;a-feira (17) que o in&iacute;cio da vigora&ccedil;&atilde;o da Portaria 1.510, que regulamenta o uso do Registro Eletr&ocirc;nico de Ponto, se dar&aacute; em 26 de agosto. Nos primeiros 90 dias haver&aacute; visitas de acompanhamento e esclarecimento, feitas por Auditores Fiscais do Trabalho, sem aplica&ccedil;&atilde;o de multas e autua&ccedil;&otilde;es. O Ministro voltou a explicar que a portaria apenas disciplina o Ponto Eletr&ocirc;nico e que isso permitir&aacute; que o trabalhador tenha o controle exato da sua jornada de trabalho.<br />
<br />
<br />
<br />
&quot;Nenhuma empresa ser&aacute; obrigada a usar ponto eletr&ocirc;nico, independente do tamanho e da quantidade de trabalhadores que tenha. Apenas as empresas que usam este equipamento ter&atilde;o que se adequar; e se n&atilde;o quiserem se adequar, tamb&eacute;m poder&atilde;o optar por usar ponto manual ou mec&acirc;nico&quot;, disse Lupi.<br />
<br />
<br />
<br />
Segundo o ministro, a inten&ccedil;&atilde;o da Portaria &eacute; dar ao trabalhador o poder de conferir seu hor&aacute;rio de trabalho. &quot;O empregado passar&aacute; a ter o controle do seu ponto, como o empregador j&aacute; tem. Quando apenas um lado tem a informa&ccedil;&atilde;o, quando apenas um lado controla, n&atilde;o funciona&quot;, ponderou o ministro.<br />
<br />
<br />
<br />
Apoio - As centrais sindicais se mostraram unanimemente favor&aacute;veis a implanta&ccedil;&atilde;o da Portaria 1.510, durante encontro do ministro Carlos Lupi com representantes da For&ccedil;a Sindical, CUT, CTB, CGT, NCST, UGT e CGTB.<br />
<br />
<br />
<br />
Os sindicalistas solicitaram, contudo, que acordos coletivos celebrados entre sindicato e empresas, referentes a jornada de trabalho, tenha validade perante a portaria. &quot;Eles v&atilde;o me apresentar formalmente um pedido para incluir os acordos coletivos na portaria, mas n&atilde;o tenho como afirmar se ser&aacute; poss&iacute;vel, porque a equipe t&eacute;cnica do Minist&eacute;rio do Trabalho tem que fazer um estudo sobre o assunto&quot;, afirmou Lupi.<br />
<br />
<br />
<br />
REP - Atualmente, h&aacute; no mercado 19 empresas produzindo 81 modelos de Registros Eletr&ocirc;nicos de Ponto (REP) certificados pelo minist&eacute;rio. Das 19 fabricantes, 14 responderam ao MTE sobre suas capacidades de produ&ccedil;&atilde;o; que, chega &agrave; marca de 184.500 equipamentos fabricados por m&ecirc;s. Com base nos dados da Rela&ccedil;&atilde;o Anual de Informa&ccedil;&otilde;es Sociais (Rais), das mais de sete milh&otilde;es de empresas declarantes, cerca de 300 mil (5%) s&atilde;o potenciais utilizadoras de registro eletr&ocirc;nico de ponto. As demais 6,7 milh&otilde;es de empresas utilizam ponto manual ou mec&acirc;nico ou t&ecirc;m menos de 10 empregados, o que as desobriga da marca&ccedil;&atilde;o de ponto.<br />
<br />
Fonte: MTE<br />]]></description>
<category><![CDATA[<a href="http://www.ncst.org.br/destaques.php?category/ltimas-not-cias?number=10">Últimas Notícias</a>]]></category>
<pubDate>Wed, 18 Aug 2010 11:01:04 -0300</pubDate>
</item><item>
<title><![CDATA[Educação discute reajuste do piso nacional dos professores]]></title>
<link>http://www.ncst.org.br/news/../noticias.php?id=12269?number=10</link>
<description><![CDATA[A Comiss&atilde;o de Educa&ccedil;&atilde;o e Cultura realiza hoje audi&ecirc;ncia p&uacute;blica para discutir o piso salarial nacional dos professores do ensino b&aacute;sico.<br />
<br />
O piso foi reajustado em 7,86% em janeiro &uacute;ltimo, passando de R$ 950 para R$ 1.024 para 40 horas semanais. O reajuste foi de menos da metade do reivindicado por professores e maior que o proposto por estados e munic&iacute;pios. A infla&ccedil;&atilde;o acumulada desde a san&ccedil;&atilde;o da lei, em julho de 2008, foi de 6,19%.<br />
<br />
O &iacute;ndice de reajuste se baseia em parecer da Advocacia-Geral da Uni&atilde;o (AGU) segundo o qual o aumento deve seguir a varia&ccedil;&atilde;o de 2008 a 2009 do valor m&iacute;nimo por aluno no FundebO Fundo de Manuten&ccedil;&atilde;o e Desenvolvimento da Educa&ccedil;&atilde;o B&aacute;sica e de Valoriza&ccedil;&atilde;o dos Profissionais da Educa&ccedil;&atilde;o (Fundeb) tem vig&ecirc;ncia at&eacute; 2020. A partir de 2010, ser&aacute; composto por 10% da contribui&ccedil;&atilde;o total de estados e munic&iacute;pios., que recebe recursos da Uni&atilde;o, de estados e de munic&iacute;pios.<br />
<br />
A Confedera&ccedil;&atilde;o Nacional dos Trabalhadores da Educa&ccedil;&atilde;o (CNTE) queria um aumento maior, j&aacute; que o valor de R$ 950 foi estabelecido em 2008 e n&atilde;o houve corre&ccedil;&atilde;o em 2009. A falta de reajuste salarial no ano passado ocorreu devido ao entendimento da AGU de que o Supremo Tribunal Federal (STF), em uma a&ccedil;&atilde;o contra o piso nacional movida por governadores, havia decidido adiar a concess&atilde;o do aumento para 2010.<br />
<br />
Foram convidados: <br />
- a presidente do Conselho Nacional de Secret&aacute;rios Estaduais de Educa&ccedil;&atilde;o (Consed), Yvelise Freitas de Souza Arco-Verde;<br />
- a presidente da Uni&atilde;o Nacional dos Dirigentes Municipais de Educa&ccedil;&atilde;o (Undime), Carlos Eduardo Sanches;<br />
- o presidente da Confedera&ccedil;&atilde;o Nacional dos Munic&iacute;pios (CNM), Paulo Ziulkoski; <br />
- o presidente da Confedera&ccedil;&atilde;o Nacional dos Trabalhadores em Educa&ccedil;&atilde;o (CNTE), Roberto Franklin de Le&atilde;o;<br />
- o coordenador-geral do Fundeb, Wander Oliveira Borges; e<br />
- a secret&aacute;ria de Educa&ccedil;&atilde;o B&aacute;sica do Minist&eacute;rio da Educa&ccedil;&atilde;o, Maria do Pilar Lacerda Almeida Silva.<br />
<br />
O debate, proposto pelo deputado Severiano Alves (PMDB-BA), ser&aacute; realizado &agrave;s 14h30 no plen&aacute;rio 10.<br />]]></description>
<category><![CDATA[<a href="http://www.ncst.org.br/destaques.php?category/ltimas-not-cias?number=10">Últimas Notícias</a>]]></category>
<pubDate>Tue, 17 Aug 2010 11:11:52 -0300</pubDate>
</item><item>
<title><![CDATA[Câmara pode votar nesta semana 3 MPs e piso salarial dos policiais]]></title>
<link>http://www.ncst.org.br/news/../noticias.php?id=12268?number=10</link>
<description><![CDATA[O segundo, e &uacute;ltimo, esfor&ccedil;o concentradoDesigna&ccedil;&atilde;o informal para per&iacute;odos de sess&otilde;es destinadas exclusivamente &agrave; discuss&atilde;o e vota&ccedil;&atilde;o de mat&eacute;rias. Durante esses per&iacute;odos, a fase de discursos das sess&otilde;es pode ser abolida, permanecendo apenas a Ordem do Dia. As comiss&otilde;es podem deixar de funcionar. O esfor&ccedil;o concentrado pode ser convocado por iniciativa do presidente da C&acirc;mara, por proposta do Col&eacute;gio de L&iacute;deres ou mediante delibera&ccedil;&atilde;o do Plen&aacute;rio sobre requerimento de pelo menos um d&eacute;cimo dos deputados (artigo 66 do Regimento Interno, par&aacute;grafos 4&ordm; e 5&ordm;). antes das elei&ccedil;&otilde;es ser&aacute; realizado nesta semana, em seis sess&otilde;es marcadas para a ter&ccedil;a-feira (17) e a quarta-feira (18). Ser&atilde;o tr&ecirc;s sess&otilde;es por dia, &agrave;s 9h30, 14h30 e 19h30. A pauta ser&aacute; a mesma em todas elas: tr&ecirc;s medidas provis&oacute;rias (MPs 487, 488 e 489 de 2010) que trancam os trabalhos e a proposta de mudan&ccedil;a na Constitui&ccedil;&atilde;o que institui um piso salarial para os policiais e bombeiros dos estados (PECs 300/08 e 446/09).<br />
<br />
Para o governo, o foco est&aacute; nas MPs. Como a 487/10 perde a efic&aacute;cia no dia 5 de setembro, as sess&otilde;es desta semana ser&atilde;o a &uacute;ltima oportunidade para vot&aacute;-la. O mesmo acontece com as MPs 488/10 e 489/10, que perdem a efic&aacute;cia somente em 22 de setembro. Essas duas preparam o Brasil para realizar a Copa de Mundo de 2014 e as Olimp&iacute;adas de 2016.<br />
<br />
Demanda em alta <br />
Al&eacute;m do fator tempo, o governo precisa lidar com a oposi&ccedil;&atilde;o, que resiste a votar a MP 487/10. Originalmente, a MP tratava de tr&ecirc;s temas, e o mais importante deles &eacute; a transfer&ecirc;ncia de R$ 80 bilh&otilde;es do Tesouro Nacional para o BNDESO Banco Nacional de Desenvolvimento Econ&ocirc;mico e Social &eacute; uma empresa p&uacute;blica federal vinculada ao Minist&eacute;rio do Desenvolvimento, Ind&uacute;stria e Com&eacute;rcio Exterior. O banco financia principalmente grandes empreendimentos industriais e de infra-estrutura, mas tamb&eacute;m investe nas &aacute;reas de agricultura, com&eacute;rcio, servi&ccedil;o, micro, pequenas e m&eacute;dias empresas, educa&ccedil;&atilde;o e sa&uacute;de, agricultura familiar, saneamento b&aacute;sico e ambiental e transporte coletivo de massa.. O banco j&aacute; havia recebido R$ 44 bilh&otilde;es em 2009, por interm&eacute;dio da MP 465 (transformada na Lei 12.096/09). Nos dois casos, o objetivo foi ampliar o limite de financiamentos de projetos de longo prazo do setor privado.<br />
<br />
O governo alega que o primeiro aporte foi insuficiente para atender &agrave;s demandas das empresas. Os desembolsos do BNDES cresceram 38% no primeiro semestre, em rela&ccedil;&atilde;o ao mesmo per&iacute;odo de 2009. O aporte ser&aacute; feito por meio da entrega de uma carteira de t&iacute;tulos ao banco. De posse deles, a institui&ccedil;&atilde;o poder&aacute; revend&ecirc;-los no mercado, levantando recursos novos.<br />
<br />
Para os oposicionistas, o problema est&aacute; nessa opera&ccedil;&atilde;o, que embutiria custos fiscais elevados &ndash; com aumento da d&iacute;vida bruta do governo, hoje em 60% do PIBIndicador que mede a produ&ccedil;&atilde;o total de bens e servi&ccedil;os finais de um pa&iacute;s, levando em conta tr&ecirc;s grupos principais: - agropecu&aacute;ria, formado por agricultura extrativa vegetal e pecu&aacute;ria; - ind&uacute;stria, que engloba &aacute;reas extrativa mineral, de transforma&ccedil;&atilde;o, servi&ccedil;os industriais de utilidade p&uacute;blica e constru&ccedil;&atilde;o civil; e - servi&ccedil;os, que incluem com&eacute;rcio, transporte, comunica&ccedil;&atilde;o, servi&ccedil;os da administra&ccedil;&atilde;o p&uacute;blica e outros. A partir de uma compara&ccedil;&atilde;o entre a produ&ccedil;&atilde;o de um ano e do anterior, encontra-se a varia&ccedil;&atilde;o anual do PIB. (veja tabela ao lado) &mdash;, al&eacute;m de n&atilde;o ter a transpar&ecirc;ncia necess&aacute;ria ao monitoramento das contas p&uacute;blicas.<br />
<br />
&ldquo;Esse &eacute; um artif&iacute;cio que o governo vem usando para criar dinheiro: capitaliza o BNDES, a Caixa Econ&ocirc;mica e o Banco do Brasil com t&iacute;tulos da d&iacute;vida p&uacute;blicaD&iacute;vida contra&iacute;da pelo governo para financiar gastos n&atilde;o cobertos pela arrecada&ccedil;&atilde;o de impostos e para alcan&ccedil;ar objetivos da pol&iacute;tica econ&ocirc;mica, como controlar o n&iacute;vel de atividade, cr&eacute;dito, consumo ou captar d&oacute;lares no exterior. A d&iacute;vida p&uacute;blica pode ser interna ou externa.. Com isso, evidentemente, aquece a economia, mas esses t&iacute;tulos precisar&atilde;o ser resgatados, o que representar&aacute; um problema para o pr&oacute;ximo governo&rdquo;, disse o l&iacute;der do PPS, deputado Fernando Coruja (SC). Ele afirmou que a oposi&ccedil;&atilde;o s&oacute; votar&aacute; as MPs se for inclu&iacute;da, na pauta, a regulamenta&ccedil;&atilde;o da Emenda Constitucional 29, que destina recursos para a Sa&uacute;de (PLP 306/08).<br />
<br />
O governo, por sua vez, destaca que a MP vai ajudar o BNDES a manter o ritmo da economia. Eventuais custos fiscais seriam minimizados pelo maior crescimento do PIB. &ldquo;O BNDES cumpre hoje, para a economia brasileira, o papel estrat&eacute;gico de financiar a atividade produtiva, o que foi necess&aacute;rio para a supera&ccedil;&atilde;o da crise econ&ocirc;mica&rdquo;, destacou o deputado Maur&iacute;cio Rands (PT-PE).<br />
<br />
O l&iacute;der do governo, deputado C&acirc;ndido Vaccarezza (PT-SP), diz que se as MPs n&atilde;o forem votadas a base aliada ao Executivo n&atilde;o aceitar&aacute; apreciar outras mat&eacute;rias. &ldquo;N&atilde;o tenho a m&iacute;nima condi&ccedil;&atilde;o de fazer acordo para n&atilde;o votar essas tr&ecirc;s MPs e analisar s&oacute; a PEC do piso dos policiais&rdquo;, informou. A PEC s&oacute; precisa de uma vota&ccedil;&atilde;o em segundo turno.<br />
<br />
Novos temas<br />
A vota&ccedil;&atilde;o da MP 487/10 deve ocupar a maior parte das discuss&otilde;es do Plen&aacute;rio. A relatora, deputada Solange Almeida (PMDB-RJ), apresentou um parecer que incluiu novos assuntos no texto do governo, abrangendo mais de dez leis. Entre os temas novos est&atilde;o a amplia&ccedil;&atilde;o de prazo de renegocia&ccedil;&atilde;o de d&iacute;vidas rurais, a cria&ccedil;&atilde;o de um regime de incentivos &agrave; gera&ccedil;&atilde;o de energia nuclear, benef&iacute;cios fiscais para empresas e mudan&ccedil;as nas leis do setor el&eacute;trico.<br />
<br />
&ldquo;A MP n&atilde;o s&oacute; foi mudada em muitos pontos, como recebeu uma s&eacute;rie de mat&eacute;rias estranhas ao texto inicial. O original tinha sete artigos e o substitutivoEsp&eacute;cie de emenda que altera a proposta em seu conjunto, substancial ou formalmente. Recebe esse nome porque substitui o projeto. O substitutivo &eacute; apresentado pelo relator e tem prefer&ecirc;ncia na vota&ccedil;&atilde;o, mas pode ser rejeitado em favor do projeto original. cont&eacute;m 35, inclusive 28 de assuntos novos&rdquo;, disse o deputado Duarte Nogueira (PSDB-SP), referindo-se &agrave;s mudan&ccedil;as feitas diretamente pela relatora.<br />
<br />
<br />
Jogos Ol&iacute;mpicos<br />
No caso da MP 489/10, o deputado Edmilson Valentim (PCdoB-RJ) afirmou que vai apresentar seu parecer at&eacute; ter&ccedil;a-feira. &quot;Estamos ainda aguardando algumas articula&ccedil;&otilde;es e os entendimentos finais entre governo e oposi&ccedil;&atilde;o, mas a expectativa &eacute; de conseguirmos votar o relat&oacute;rio no esfor&ccedil;o concentrado de quarta-feira&quot;, disse o deputado, que &eacute; relator da MP.<br />
<br />
A medida inclui a Uni&atilde;o na Autoridade P&uacute;blica Ol&iacute;mpica (APO), cons&oacute;rcio que tamb&eacute;m ser&aacute; integrado pelo estado e pelo munic&iacute;pio do Rio de Janeiro e que vai coordenar a prepara&ccedil;&atilde;o dos jogos. Al&eacute;m disso, a MP flexibiliza regras de licita&ccedil;&otilde;es para os jogos de 2016 e para a Copa do Mundo de 2014.<br />
<br />
&quot;O papel fundamental da MP &eacute; dar tranquilidade &agrave; sociedade brasileira e ao COI [Comit&ecirc; Ol&iacute;mpico Internacional] em rela&ccedil;&atilde;o &agrave; prepara&ccedil;&atilde;o e &agrave; realiza&ccedil;&atilde;o dos Jogos Ol&iacute;mpicos e Paraol&iacute;mpicos de 2016&quot;, declarou Valentim.<br />
<br />
Segundo ele, um dos pontos que devem ser inclu&iacute;dos no texto da MP &eacute; a responsabilidade da APO sobre as obras de infraestrutura que ainda est&atilde;o sendo executadas para os Jogos Mundiais Militares de 2011, na cidade do Rio de Janeiro.<br />]]></description>
<category><![CDATA[<a href="http://www.ncst.org.br/destaques.php?category/ltimas-not-cias?number=10">Últimas Notícias</a>]]></category>
<pubDate>Tue, 17 Aug 2010 11:10:52 -0300</pubDate>
</item><item>
<title><![CDATA[Contribuição de servidores será fiscalizada pela receita]]></title>
<link>http://www.ncst.org.br/news/../noticias.php?id=12259?number=10</link>
<description><![CDATA[A Receita Federal vai passar a cobrar, fiscalizar e controlar a arrecada&ccedil;&atilde;o da contribui&ccedil;&atilde;o previdenci&aacute;ria paga pelos servidores p&uacute;blicos federais. A compet&ecirc;ncia era do Minist&eacute;rio do Planejamento e foi transferida para a Receita pela Medida Provis&oacute;ria (MP) 497, publicada nesta quarta-feira, 28, no Di&aacute;rio Oficial da Uni&atilde;o. <br />
<br />
Com a mudan&ccedil;a, os dados da arrecada&ccedil;&atilde;o da Receita, divulgados mensalmente, ficar&atilde;o maiores. Segundo o subsecret&aacute;rio de Tributa&ccedil;&atilde;o da Receita, Sandro Serpa, a receita com arrecada&ccedil;&atilde;o da contribui&ccedil;&atilde;o dos servidores &eacute; hoje contabilizada nas receitas do Tesouro Nacional. <br />
<br />
O subsecret&aacute;rio explicou que o Minist&eacute;rio do Planejamento n&atilde;o tinha no seu quadro de servidores uma carreira para auditar e fiscalizar a cobran&ccedil;a da contribui&ccedil;&atilde;o. Por isso a atribui&ccedil;&atilde;o foi transferida para a Receita Federal. &quot;&Eacute; melhor do que criar uma nova carreira no Minist&eacute;rio do Planejamento&quot;, argumentou Serpa. Ele fez quest&atilde;o de ressaltar que nada muda na tributa&ccedil;&atilde;o da contribui&ccedil;&atilde;o. A al&iacute;quota &eacute; de 11%.<br />
<br />
O coordenador informou que, a partir de agora, a fiscaliza&ccedil;&atilde;o da contribui&ccedil;&atilde;o dos servidores &quot;entra na rotina&quot; dos trabalhos da Receita Federal. Desde o ano de 2003, a compet&ecirc;ncia de cobrar e controlar a arrecada&ccedil;&atilde;o da contribui&ccedil;&atilde;o era do Minist&eacute;rio do Planejamento. Antes, essa fun&ccedil;&atilde;o era da pr&oacute;pria Receita.<br />
<br />
A Receita Federal tamb&eacute;m apertou a tributa&ccedil;&atilde;o para impedir o subfaturamento feito por empresas de setores nos quais o pagamento dos tributos &eacute; concentrado em um elo da cadeia produtiva, como combust&iacute;veis, bebidas, f&aacute;rmacos, automotivo, cosm&eacute;ticos e pneus. Esse tipo de cobran&ccedil;a dos tributos &eacute; chamado de &quot;monof&aacute;sico&quot;. A cobran&ccedil;a &eacute; feita de uma s&oacute; uma s&oacute; vez pelo fabricante.<br />
<br />
O ato tamb&eacute;m est&aacute; na MP 497 e impede pr&aacute;tica irregular feita por empresas desses setores que t&ecirc;m alguma interdepend&ecirc;ncia, como liga&ccedil;&atilde;o societ&aacute;ria entre si. Para pagar menos Cofins e PIS, os produtores vendem sua produ&ccedil;&atilde;o com pre&ccedil;os subfaturados para empresas atacadistas controladas ou coligadas. Essa pr&aacute;tica faz com que a empresa do setor atacadista, onde n&atilde;o h&aacute; a incid&ecirc;ncia dos dois tributos, tenha receita maior. Por outro lado, a receita dos fabricantes fica menor.<br />
<br />
A Receita Federal incluiu o charque no rol de produtos de carne que podem ser beneficiados pelo sistema tribut&aacute;rio especial para a cobran&ccedil;a do PIS e Cofins. A MP 497 garante cr&eacute;dito presumido do PIS e Cofins &agrave;s empresas que adquirem o charque para industrializa&ccedil;&atilde;o. O benef&iacute;cio j&aacute; era concedido para carne congelada e resfriada.<br />
<br />
O subsecret&aacute;rio de Tributa&ccedil;&atilde;o da Receita, Sandro Serpa, disse que o objetivo &eacute; impedir desequil&iacute;brios concorrenciais no mercado de venda de carne. Segundo ele, a inclus&atilde;o do charque era um pleito do setor.<br />
<br />
Fonte: Estad&atilde;o<br />]]></description>
<category><![CDATA[<a href="http://www.ncst.org.br/destaques.php?category/ltimas-not-cias?number=10">Últimas Notícias</a>]]></category>
<pubDate>Tue, 03 Aug 2010 10:40:29 -0300</pubDate>
</item><item>
<title><![CDATA[Convenção 158: centrais sindicais miram demissão sem justa causa]]></title>
<link>http://www.ncst.org.br/news/../noticias.php?id=12258?number=10</link>
<description><![CDATA[Enquanto o setor de servi&ccedil;os registrou taxa de rotatividade de 3,6 pontos em junho, inferior &agrave; taxa geral, os trabalhadores de constru&ccedil;&atilde;o civil e do setor agropecu&aacute;rio tiveram taxa de rotatividade de 7,5 e 6,1 pontos. O com&eacute;rcio tamb&eacute;m apresentou resultado acima da m&eacute;dia, obtendo 4,3 pontos<br />
<br />
Ao lado da redu&ccedil;&atilde;o da jornada de trabalho, a aprova&ccedil;&atilde;o da Conven&ccedil;&atilde;o 158 da Organiza&ccedil;&atilde;o Internacional do Trabalho (OIT) &eacute; a principal bandeira do movimento sindical brasileiro. As centrais pressionam o Congresso para que a conven&ccedil;&atilde;o seja aprovada, algo que dificilmente ocorrer&aacute; ainda neste ano. <br />
<br />
A Conven&ccedil;&atilde;o 158, que impede as empresas de demitirem seus funcion&aacute;rios sem justa causa, foi aprovada pela OIT em Genebra (Su&iacute;&ccedil;a) em 1982, mas o acordo foi rompido pelo governo brasileiro ap&oacute;s o Decreto 2.100, de 1996, assinado pelo ent&atilde;o presidente da Rep&uacute;blica Fernando Henrique Cardoso (PSDB). Primordialmente, a Conven&ccedil;&atilde;o 158 visa atenuar a rotatividade no mercado de trabalho.<br />
<br />
Em junho, a taxa de rotatividade auferida pelo Minist&eacute;rio do Trabalho foi a maior para o m&ecirc;s desde 2005, atingindo 4,1 pontos, superior aos 3,9 pontos registrados em junho de 2008, quando a economia passava por expans&atilde;o semelhante. Mas alguns setores, como constru&ccedil;&atilde;o civil e agropecu&aacute;ria, tiveram taxas de rotatividade muito superiores &agrave; m&eacute;dia. <br />
<br />
&quot;A Conven&ccedil;&atilde;o 158 inibe exatamente isso, quer dizer, que empresas troquem de funcion&aacute;rios como forma de diminuir seus custos com m&atilde;o de obra&quot;, diz S&eacute;rgio Mendon&ccedil;a, assistente da coordena&ccedil;&atilde;o do Departamento Intersindical de Estat&iacute;stica e Estudos Socioecon&ocirc;micos (Dieese).<br />
<br />
Enquanto o setor de servi&ccedil;os registrou taxa de rotatividade de 3,6 pontos em junho, inferior &agrave; taxa geral, os trabalhadores de constru&ccedil;&atilde;o civil e do setor agropecu&aacute;rio tiveram taxa de rotatividade de 7,5 e 6,1 pontos. O com&eacute;rcio tamb&eacute;m apresentou resultado acima da m&eacute;dia, obtendo 4,3 pontos. (Valor Econ&ocirc;mico)<br />
<br />
Fonte: Diap<br />]]></description>
<category><![CDATA[<a href="http://www.ncst.org.br/destaques.php?category/ltimas-not-cias?number=10">Últimas Notícias</a>]]></category>
<pubDate>Tue, 03 Aug 2010 10:37:29 -0300</pubDate>
</item><item>
<title><![CDATA[Atividade só é considerada insalubre quando classificada pelo Ministério do Trabalho]]></title>
<link>http://www.ncst.org.br/news/../noticias.php?id=12257?number=10</link>
<description><![CDATA[&ldquo;N&atilde;o basta a constata&ccedil;&atilde;o da insalubridade por meio de laudo pericial para que o empregado tenha direito ao respectivo adicional, sendo necess&aacute;ria a classifica&ccedil;&atilde;o da atividade insalubre na rela&ccedil;&atilde;o oficial elaborada pelo Minist&eacute;rio do Trabalho&rdquo;. <br />
<br />
Foi com base nesse entendimento, expresso na Orienta&ccedil;&atilde;o Jurisprudencial n&ordm; 4 da Se&ccedil;&atilde;o I Especializada em Diss&iacute;dios Individuais do Tribunal Superior do Trabalho (SDI-1), que uma telefonista terceirizada da Brasil Telecom S/A, n&atilde;o obteve &ecirc;xito em sua pretens&atilde;o de receber o pagamento de adicional de insalubridade pela utiliza&ccedil;&atilde;o no servi&ccedil;o de telefones com fones similares aos de uso dom&eacute;stico. <br />
<br />
O TRT da 4&ordf; Regi&atilde;o, apesar de o laudo pericial concluir pela inexist&ecirc;ncia de condi&ccedil;&otilde;es insalubres, determinou o pagamento do adicional sob o argumento de que a atividade exercida pela telefonista se enquadrava nas normas do Minist&eacute;rio do Trabalho, ficando vencida a relatora, que entendia contrariamente. A Brasil Telecom recorreu ao TST pedindo a exclus&atilde;o do pagamento. <br />
<br />
O relator do recurso de revista, ministro Emmanoel Pereira, entendeu que a condena&ccedil;&atilde;o ao pagamento do adicional era indevida, pois, conforme relato do Tribunal Regional, inexistiam condi&ccedil;&otilde;es t&eacute;cnicas de insalubridade nas atividades da telefonista, fato constatado por meio de laudo t&eacute;cnico, n&atilde;o estando essa atividade classificada na NR-15 (Portaria 3.214/78 do MT). Os ministros da Quinta Turma, em vota&ccedil;&atilde;o un&acirc;nime, acompanharam o voto do relator, excluindo o pagamento.<br />
<br />
Fonte: TST<br />]]></description>
<category><![CDATA[<a href="http://www.ncst.org.br/destaques.php?category/ltimas-not-cias?number=10">Últimas Notícias</a>]]></category>
<pubDate>Tue, 03 Aug 2010 10:31:57 -0300</pubDate>
</item><item>
<title><![CDATA[Câmara: plenário retorna na primeira semana com pauta trancada por MPs]]></title>
<link>http://www.ncst.org.br/news/../noticias.php?id=12256?number=10</link>
<description><![CDATA[Tem in&iacute;cio nesta semana o primeiro esfor&ccedil;o concentrado do Congresso. O segundo ser&aacute; no final do m&ecirc;s e in&iacute;cio de setembro. As atividades normais do Legislativo ser&atilde;o retomadas depois das elei&ccedil;&otilde;es de 3 de outubro. <br />
<br />
<br />
<br />
O plen&aacute;rio da C&acirc;mara vai come&ccedil;ar os trabalhos com a pauta trancada por tr&ecirc;s medidas provis&oacute;rias. Tamb&eacute;m est&aacute; na pauta o projeto de lei (PL 5.940/09) que cria um fundo social com recursos do pr&eacute;-sal. <br />
<br />
Contudo, t&ecirc;m poucas chances de ser votado, o l&iacute;der do Governo na C&acirc;mara, deputado C&acirc;ndido Vaccarezza (PT/SP), j&aacute; declarou que a mat&eacute;ria ficar&aacute; para depois das elei&ccedil;&otilde;es.<br />
<br />
Esfor&ccedil;o concentrado: o que &eacute;<br />
Designa&ccedil;&atilde;o informal para per&iacute;odos de sess&otilde;es destinadas exclusivamente &agrave; discuss&atilde;o e vota&ccedil;&atilde;o de mat&eacute;rias. Durante esses per&iacute;odos, a fase de discursos das sess&otilde;es pode ser abolida, permanecendo apenas a ordem do dia.<br />
<br />
As comiss&otilde;es podem deixar de funcionar. O esfor&ccedil;o concentrado pode ser convocado por iniciativa do presidente da C&acirc;mara, por proposta do Col&eacute;gio de L&iacute;deres ou mediante delibera&ccedil;&atilde;o do plen&aacute;rio sobre requerimento de pelo menos um d&eacute;cimo dos deputados (artigo 66 do Regimento Interno, par&aacute;grafos 4&ordm; e 5&ordm;).<br />
<br />
Vejas as MPs que trancam a pauta do plen&aacute;rio da C&acirc;mara:<br />
<br />
- MP 487/10, amplia o limite de financiamentos do BNDES destinados &agrave; compra e produ&ccedil;&atilde;o de bens de capital e &agrave; inova&ccedil;&atilde;o tecnol&oacute;gica. Relatora: deputada Solange Almeida (PMDB/RJ);<br />
<br />
- MP 488/10, permite a cria&ccedil;&atilde;o da empresa Brasil 2016 para monitorar os projetos vinculados &agrave;s Olimp&iacute;adas do Rio de Janeiro. Relator: deputado Rodrigo Maia (DEM/RJ); e <br />
<br />
- MP 489/10, autoriza a Uni&atilde;o a participar da Autoridade P&uacute;blica Ol&iacute;mpica (APO), coordenadora das a&ccedil;&otilde;es governamentais dirigidas aos Jogos Ol&iacute;mpicos e Paraol&iacute;mpicos de 2016. Relator: deputado Edmilson Valentim (PCdoB/RJ).<br />
<br />
Fonte: Diap<br />]]></description>
<category><![CDATA[<a href="http://www.ncst.org.br/destaques.php?category/ltimas-not-cias?number=10">Últimas Notícias</a>]]></category>
<pubDate>Tue, 03 Aug 2010 10:30:00 -0300</pubDate>
</item><item>
<title><![CDATA[Mandado de segurança garante direito de vigilante ao trabalho]]></title>
<link>http://www.ncst.org.br/news/../noticias.php?id=12251?number=10</link>
<description><![CDATA[Nenhuma lei, portaria ou determina&ccedil;&atilde;o pode contrariar o que determina a Constitui&ccedil;&atilde;o Brasileira. A Constitui&ccedil;&atilde;o estabelece que ningu&eacute;m ser&aacute; condenado sem que exista uma senten&ccedil;a transitada em julgado (ou seja, definitiva, irrecorr&iacute;vel e inapel&aacute;vel). Mas vigilantes de todo o pa&iacute;s est&atilde;o sendo obrigados a se verem expostos inclusive ao risco de ficar sem trabalho porque uma portaria da Pol&iacute;cia Federal, norteada pelo Estatuto do Desarmamento, estabelece que qualquer profissional pode ser impedido de trabalhar se estiver respondendo a inqu&eacute;rito policial - por qualquer que seja o motivo. Ou seja, de acordo com essa regra, os trabalhadores s&atilde;o condenados sumariamente, sem direito a julgamento.<br />
<br />
N&atilde;o podemos concordar com isso. Respeitamos a Lei. N&atilde;o queremos entre n&oacute;s criminosos. Mas n&atilde;o podemos aceitar que qualquer inqu&eacute;rito aberto contra um profissional o impe&ccedil;a de prover o sustento de sua fam&iacute;lia.<br />
<br />
A Confedera&ccedil;&atilde;o dos Vigilantes j&aacute; entrou com uma A&ccedil;&atilde;o Direta de Inconstitucionalidade (ADI 4292) no Supremo Tribunal Federal contra a portaria que est&aacute; analisando o processo. Mas, at&eacute; que se diga o contr&aacute;rio, um vigilante que responda a inqu&eacute;rito n&atilde;o pode sequer participar do curso de reciclagem profissional.<br />
<br />
Esse foi o caso do companheiro Marcelino Morais Alc&acirc;ntara que, embora trabalhe h&aacute; mais de 20 anos como vigilante, foi impedido de participar da reciclagem porque responde a um inqu&eacute;rito. A alega&ccedil;&atilde;o era de que algu&eacute;m que responde a inqu&eacute;rito n&atilde;o tem idoneidade para portar uma arma de fogo. E, assim, Marcelino n&atilde;o poderia fazer a reciclagem e atuar como vigilante.<br />
<br />
Foi preciso que o sindicato dos vigilantes do Par&aacute; interviesse recorrendo &agrave; Justi&ccedil;a. E a Justi&ccedil;a do Par&aacute; determinou que Marcelino pode seguir trabalhando. &Eacute; uma decis&atilde;o a se comemorar. Mas n&atilde;o podemos aceitar que seja necess&aacute;rio recorrer aos tribunais para fazer cumprir, a cada caso, a Constitui&ccedil;&atilde;o Brasileira. N&atilde;o podemos aceitar que sejamos expostos a esse tipo de humilha&ccedil;&atilde;o.<br />
<br />
A portaria da Pol&iacute;cia Federal condena um cidad&atilde;o sem qualquer chance de defesa. Seria como, por exemplo, impedir um jornalista de trabalhar enquanto ele respondesse a processo. Ora, todos sabemos que qualquer mat&eacute;ria jornal&iacute;stica que desagrade os denunciados ou simplesmente citados resulta em processo. O paralelo &eacute; absolutamente correto. Jornalistas processados, ent&atilde;o, n&atilde;o podem prover o sustento de sua fam&iacute;lia? Seria um absurdo.<br />
<br />
Pois &eacute; esse absurdo que os vigilantes enfrentam hoje. <br />
<br />
Precisamos nos unir contra essa verdadeira arbitrariedade. Precisamos enfrentar com a Constitui&ccedil;&atilde;o Brasileira uma evidente ilegalidade.<br />
<br />
<br />
<br />
<br />
<br />
<br />
Fonte: Assessoria de Imprensa CNTV <br />]]></description>
<category><![CDATA[<a href="http://www.ncst.org.br/destaques.php?category/ltimas-not-cias?number=10">Últimas Notícias</a>]]></category>
<pubDate>Mon, 26 Jul 2010 10:45:29 -0300</pubDate>
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<!-- Sistema Original CuteNews.RU 2.5.4 © 2009 (Adaptado por Marcus Vinicius MVMWeb.com) para o SINPOJUD -->
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